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Conheça a história dos protagonistas
da animação da Pixar/Disney
Longe dos holofotes, o peixe-palhaço virou punk
e Dory pedicure

Crise econômica e delinqüência juvenil. Os problemas da pós-modernidade atingiram também o submundo aquático. Nemo e Dory, personagens do longa-metragem “Finding Nemo” (2003) são os convidados da coluna ““Por onde anda?”” desse mês. Pressionado por sua família (de classe média em colapso) o ex-astro infantil, Nemo, teve que largar os estudos e trabalhar. Começou como estagiário de enfeite em festa infantil. Com seu primeiro salário, decidiu fazer um piercing.

Resultado? Voltou a estampar as capas de jornais do mundo inteiro como pioneiro na arte de body-piercing. Foi promovido e chegou a ter seu próprio show de patinação no gelo. Porém, o sucesso subiu a cabeça e ele gastou rios de dinheiro com drogas e noitadas.

Falido, Nemo foi despejado do seu cafofo-aquário e ainda descobriu que tinha sido traído pela Pequena Sereia com quem mantinha um romance escondido da imprensa internacional. Cansado de ser chamado de palhaço por todos, largou o show-business e virou um peixe-hippie-andarilho.

De noite, vendia melzinho na porta de shows de forró. De dia, revendia bijuterias cafonas na praia junto com uma piranha-argentina maluca. Mas o “end” dessa história, não tem nada de “happy”. Os peixinhos de rua foram flagrados roubando balas nas Lojas Americanas e acabaram recolhidos por uma carrocinha e viraram sabão.

A melhor amiga de Nemo, a simpática Dory, ainda tentou ser escalada como figurante em Malhação, mas não passou no teste do sofá. Devido ao seu problema de perda de memória recente não conseguia decorar nenhum texto. Ela alegou ainda que estava muito crua para interpretar essa seqüência de tamanha complexidade shakespeariana: “Já malhou, tá malhando ou vai malhar?” Porém, ela não desistiu facilmente. Tentou uma ponta na Record, fez teste para dançarina na CNT, para gostosa em Zorra Total e se inscreveu para o BBB 9,10 e 11. Depois de “ficar analisando muitos projetos”, desistiu da carreira artística.

Aliás, ela se lançou como cantora-peixe-rebolativa de funk no programa da Luciana Gimenez na Rede TV. Mas como esse é um (super)mercado de altíssima competitividade, ela não conseguiu espaço na mídia.

Anônima e acima do peso, virou um peixe-prostituta de beira de aquário. Mas foi apenas uma fase passageira. Dory sacudiu as algas e deu a volta por cima. Arrumou um trabalho semi-escravo como pedicure em salão de beleza em Beverly Hills. Ela tem que aguentar chulé de madame e ainda dividir a gorjeta com 100 colega. Duvida? Clique aqui e confirme.

Nota pé: Macaulay Culkin e Rafael (ex-polegar) são outros exemplos de ex-astros infanto-juvenis que não resistiram ao sofrimento do anônimato repentino. Você lembra de outras estrelinhas animadas que caíram no esquecimento? Comente!

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3 Responses to “Corra, Nemo, corra”

  1. on 31 jul 2008 at 1:35Bernardo

    A Boo do Monstros S.A. tb é um bom exeplo. A menininha carismática deve ter se perdido na vida louca de pop star…

  2. on 31 jul 2008 at 1:35Anônimo

    A menina do cavalo de fogo entrou em depressão profunda com fim da série, se entregou às drogas e teve q arrecadar uma grana fazendo filme pornô contracenando com equinos.pois é…. kkkkkkkkkk

  3. on 31 jul 2008 at 1:36Anônimo

    cara to passando mal de rir, q blog incrível. q viagem. q texto bem bolado. fã de carteirinha!

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